Selfies com felinos selvagens são proibidas no estado de Nova York

tigerselfiesbanned

Todas as pessoas que querem parecer descoladas na Internet postando as suas “selfies” com tigres no estado de Nova York terão de desistir. Elas acabaram de ser proibidas por lá. As informações são da Ecorazzi.

O termo “tiger selfie” é auto-explicativo e significa uma foto que um humano tira de si mesmo ao lado de um tigre ou outro felino de grande porte. Essas fotos têm se tornado extremamente populares nas redes sociais e em sites de relacionamento.

A lei assinada pelo Governor Andrew Cuomo nesta semana proíbe o contato direto entre humanos e felinos selvagens em shows itinerantes com animais e feiras de exibição. A reportagem comenta que os animais explorados nesse tipo de eventos já estão sofrendo o suficiente mesmo sem serem “Instagramados”.

As razões para a proibição vão muito além do senso de ridículo que há nessas fotos.

Defensores dos animais selvagens dizem que a tendência não é apenas perigosa para os seres humanos, mas incentiva os maus tratos a animais ameaçados de extinção. Os felinos são muitas vezes tirados de suas mães ainda filhotes, e então são mal cuidados e depois abandonados ou descartados, quando crescem.

“Eles criam filhotes, usam-lhes para fotos, e quando esses filhotes não podem mais ser usados para fotos, eles são usados para reproduzir mais filhotes, ou abandonados”, disse Carole Baskin, fundadora e CEO da Big Cat Rescue, um santuário na Flórida que abriga hoje mais de cem felinos selvagens de grande porte.

Ela se refere ao mercado que se formou em torno da exibição desses animais, onde eles são reproduzidos para serem levados a esses locais, sobretudo para serem fotografados. “Levar um filhote embora é uma miséria para ele e para a mãe, e esses filhotes não são alimentados da maneira apropriada. Não se vende leite de tigre no pet shop”, complementou Baskin.

Os legisladores por trás da nova lei disseram que não tinham sequer ouvido falar de “tiger selfies” quando trabalharam a medida e simplesmente quiseram impor algumas salvaguardas para a indústria de espetáculos de animais.

“Eu não tinha ideia do que era uma ‘tiger selfie’ “, disse a deputada Linda Rosenthal, de Manhattan. “Este é um problema sério. As pessoas que tiram selfies com animais selvagens estão brincando com as suas próprias vidas. E isso prejudica o animal, porque eles não são bem tratados. São vistos como adereços com fins lucrativos”.

Leis semelhantes já estão em análise em outros estados americanos, incluindo Mississippi, Arizona e Kansas, onde uma garota de 17 anos foi morta em 2005 enquanto posava para fotos com um tigre.

Baskin disse que espera que outros estados sigam o exemplo. Ela disse que os homens que usam essas selfies esperando conquistar mulheres na Internet deveriam considerar a hipótese de posar com um felino doméstico.

“Eu acho que as mulheres irão adorar”, disse ela.

 

Bastidores doentios do comércio de fotos de animais

Não são apenas os felinos selvagens dos Estados Unidos que sofrem ao serem usados como adereços para fotos com humanos. Em todo o mundo, é comum não apenas tigres mas elefantes, ursos, leões, macacos, cobras e outras espécies serem procurados por turistas para fotos, especialmente na Ásia, África e América do Sul, e algumas vezes até mesmo em locais chamados de santuários. As informações são da Care2.

A ONG Care for the Wild criou uma campanha para conscientizar turistas e esclarecer o impacto devastador de tais imagens na vida selvagem. A campanha chamada “No photos, please!” pede que eles se recusem a tirar fotos de si mesmos com animais selvagens.

A realidade é que estes animais são muitas vezes caçados na natureza depois de serem arrancados de suas mães, que são mortas no processo. Então, eles têm os seus dentes e garras arrancados em uma tentativa de torná-los menos ameaçadores, antes de finalmente serem mantidos em condições miseráveis ​​para que possam ser usados ​​como atração turística e gerar um lucro rápido aos seus exploradores.

De acordo com a Care for the Wild, para cada animal selvagem capturado e vendido para o comércio de fotos, 50 morrem no processo.

O Tiger Temple em Kanchanaburi, na Tailândia é um excelente exemplo de um popular destino turístico com um lado negro. O que é pouco conhecido pelos visitantes é que esse local, que se descreve como um santuário, é lar do tráfico ilegal, do abuso físico de tigres, de falso marketing e de uma infinidade de preocupações com relação ao bem-estar dos animais.

 

Fonte: Anda News

Grande companhia de viagem é a primeira no mundo a banir passeios com elefantes


Por Marcela Sini do Prado (da Anda)

 
A STA Travel, uma companhia de turismo inglesa, anunciou recentemente que iria encerrar todas as operações de passeios com elefantes no Tiger Temple na Tailândia, no SeaWorld San Diego e no SeaWorld Orlando. Agora, outra companhia turística, a Intrepid Travel, instalada em Melbourne, Austrália, levou as coisas um passo à frente por ser tornar a primeira agência de viagens no mundo a banir todos os passeios com elefantes. As informações são do site One Green Planet.

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Nova Cartilha de Turismo Responsável pelos animais é lançada no Brasil

Todo mundo gosta de viajar, passear, conhecer novas culturas, respirar novos ares. Mas não podemos nos esquecer que muitas vezes o lazer tem um custo que pode ir além do dinheiro. O turismo responsável com os animais é um assunto ainda pouco explorado. Que cuidados devemos ter ao escolher nossos destinos e passeios de lazer, para não financiar e contribuir com o sofrimento e exploração dos animais? Pensando nisso, a ANDA lança no Brasil uma importante campanha informativa de sensibilização, em parceria com a ONG espanhola FAADA (Fundación para la Adopción, Apadrinamiento y Defensa de los Animales), que criou todo o conteúdo do guia e da campanha.
No mundo inteiro são realizadas atividades turísticas envolvendo animais. Nosso distanciamento da natureza na vida cotidiana faz com que estar próximo a outras espécies seja um atrativo de lazer. É importante conhecer os animais, descobrir como vivem no ecossistema para o qual nasceram adaptados, de que se alimentam, como se socializam. Mas nas atividades que se propõe a fazer isso utilizando animais sob justificativas didáticas, ou aquelas realizadas afim de entretenimento, o que vemos são animais em situações lamentáveis. Vivendo longe de seu habitat natural, presos, acorrentados, enjaulados, dependentes de cuidados humanos, sendo forçados a manter comportamentos impróprios de suas espécies.
Assim, ao apoiar tais atividades, ao invés de nos reconectar com a natureza, nos distanciamos ainda mais, arrancando dos animais seu direito de ser bicho. A exploração dos animais para fins humanos acaba por ter um efeito contrário àquele que muitas vezes prega, e contribui para dessensibilizar adultos e, o que é pior, crianças. Os valores transmitidos com o uso de animais para esses fins reforçam a crença de que animais estão aqui para nos servir. Devemos trabalhar para minimizar os impactos da indústria do turismo sobre a natureza e também sobre os animais que, assim como nós, também são parte dela.
Falta de informação que leva à exploração
A ONG espanhola FAADA realiza campanha de conscientização sobre o turismo responsável com animais desde abril de 2011. Os resultados até agora são muito positivos. Segundo Giovanna Costantini, responsável pela Campanha “Turismo Responsable”, e Jennifer Berengueras, coordenadora de projetos da FAADA, aproximadamente 40 agências de viagens e estabelecimentos turísticos já aderiram à campanha. Eles deixaram de oferecer atividades danosas aos animais para os turistas e ainda ajudam a ONG a divulgar o material informativo. Em compensação, a entidade assessora os profissionais e os ajuda a encontrar alternativas éticas e novos caminhos para o turismo.
Giovanna e Jennifer apontam um aspecto interessante sobre o ramo turístico que explora animais. “Na maioria dos casos, os turistas embarcam nessas atividades por pura falta de informação. Quase não existem campanhas para alertá-los. Mesmo os profissionais que atuam diretamente com isso, podem não estar conscientes do mal que causam a vida desses bichos”, afirmam. Elas acrescentam ainda que animais selvagens exercem grande atração sobre as pessoas, que sonham em poder interagir e estar próximas a eles. Essa “paixão” leva a mais exploração, e o resultado é que o setor turístico propõe a cada dia novas formas de exploração de animais. Um grande equívoco que, sem ações de sensibilização, tende a se agravar.
Por Renata Takahashi (ANDA)

Clique aqui para acessar a cartilha. Ajude a passar a mensagem adiante. Os animais agradecem.

Nossa coluna na ANDA!

A verdade lamentável sobre o Zoológico de Luján. MAIS.
E não esqueça de expandir essa responsabilidade ética pelos animais na hora de escolher o que pagar para comer também! Vacas, galinhas, peixes… também são animais sensíveis, conscientes, que possuem interesses próprios e merecem nosso respeito. Faça escolhas veganas! Veja aqui no nosso blog diversas dicas para isso, de acordo com o seu destino!

EXTRAS!

Campanha contra a exploração de dromedários em Natal: http://vista-se.com.br/dromedalios-sao-explorados-por-empresa-turistica-em-natal-rio-grande-do-norte/

Filme Black Fish mostra os horrores da exploração de animais no Sea World: http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-blackfish-furia-animal-legendado-online.html

Exploração de animais em zoológico: http://uniaolibertariaanimal.com/site/index.php/faces-da-exploracao/entretenimento/zoologicos.html

Exploração de animais para turismo: http://uniaolibertariaanimal.com/site/index.php/faces-da-exploracao/entretenimento/turismo.html

Exploração de animais para mídia: http://uniaolibertariaanimal.com/site/index.php/faces-da-exploracao/entretenimento/midia.html — comSantuário Das FadasPaula OliveiraFabio Camilo eoutras 13 pessoas.

Sea Shepherd busca preservar a integridade das baleias durante o turismo de avistamento em Santa Catarina

O único objetivo do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) em mover uma ação judicial para a proteção das baleias, no litoral sul catarinense, é preservar estes animais e seus filhotes. Em nenhum momento o ISSB se posicionou contra a atividade turística. Temos total consciência da importância econômica desta atividade para as comunidades locais, da importância de aproximar a população destes animais (sem perturbá-los) e da importância acadêmica para estudos que visem a conservação desta espécie. Porém, diante da informação prestada pelo Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela administração da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, de que não existem estudos sobre a atividade de avistamento, com embarcações, e de que as empresas operadoras não passaram por um processo de licenciamento ambiental, torna este turismo ilegal e irregular na região.
“A fiscalização e monitoramento realizados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio não estão sendo suficientes para garantir a segurança das baleias-francas, turistas e embarcações envolvidas na atividade, como se verificou nas provas colhidas no curso da ação judicial.
Reforço: não queremos de forma alguma prejudicar a população e a economia local. Ao contrário, o turismo feito de forma organizada e responsável gerará ainda mais recursos para a comunidade”, afirma Luiz André Albuquerque, coordenador jurídico do ISSB.
A Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, que abrange os municípios do litoral sul catarinenses (Garopaba, Laguna e Imbituba), é a responsável por desenvolver os estudos e verificar a viabilidade ambiental desta atividade diante de diversos fatores regionais. “A APA foi criada em 2000 e desde 2005 já deveria ter o seu plano de manejo concluído, ou seja, desde 2005 a comunidade já saberia acerca da viabilidade ambiental da atividade, e, sendo viável as empresas estariam devidamente licenciadas e operando de forma regular. Caso se constatasse a inviabilidade da atividade, o turismo de observação por terra já estaria consolidado, há sete anos, na região que é farta de mirantes naturais e morros. No entendimento do ISSB, a falta de estudos nos obriga a buscar o cumprimento da legislação brasileira de proteção da fauna”, destaca Renata Fortes, advogada do ISSB.
“O formato das praias do litoral sul catarinense, enseadas fechadas, ou seja, praias pequenas no formato de ferradura favorecem a chegada das francas e seus filhotes. As águas tranquilas e de pouca profundidade inibem o ataque de predadores naturais destas baleias. Resumindo: estes locais são verdadeiros paraísos para estas espécies magníficas de baleias. Mas, precisamos respeitar este momento delicado entre a mãe e o filhote. Precisamos entender que a aproximação de turistas embarcados, pode causar transtornos a estas belas criaturas. O barulho, o som do motor ecoa através destas enseadas fechadas, perturbando o sistema de localização da baleia. Devido às francas ficarem muito perto da areia, quando esses barcos entram, eles acabam encurralando as baleias entre eles e a praia, isso associado ao barulho, causa grande estresse na baleia. Queremos que os órgãos responsáveis, pela liberação e fiscalização desta atividade turística, levem em consideração estes fatores que importunam a baleia. Um turismo feito de forma responsável enobrece a comunidade local e preserva as futuras gerações de baleias francas”, finaliza Wendell Estol,biólogo e diretor geral do ISSB.
Mais informações no site da Sea Shepherd Brasil.

Nossa coluna na Anda News

Olá amig@s!

Estamos muito felizes, pois fomos convidados a ter nossa própria coluna em um site que sempre admiramos muito e que é a maior agência de notícias de Direitos Animais do mundo, a Anda News!

Nosso primeiro artigo da coluna já foi publicado! Estamos tratando como um filho do casal, cheio de mimos, cuidados especiais, olhando a toda hora e achando o mais lindo do mundo!

É uma sensação maravilhosa ver um projeto nosso, feito com tanto carinho, com o objetivo apenas de compartilhar sentimentos e experiências boas, ganhar apreciadores e apoiadores!

Estamos imensamente gratos e felizes!

Para nos acompanhar também na Anda: http://www.anda.jor.br/category/colunistas/vegetariando-por-ai

Aguardamos ansiosos o seu “curtir” e comentários lá!

Um brinde à viagem: vinhos veganos

Viajar a dois é uma delícia. Conhecer novas paisagens, novos costumes… E numa viagem romântica para conhecer novos pratos veganos, também é importante a bebida que irá nos acompanhar no jantar. E o vinho é uma de nossas novas paixões e descobertas!
O prazer em sorver um bom vinho começa com a busca pelo mais adequado.  E engana-se que a nossa única busca em um vinho é a melhor origem, tipo de uva, etc.  Uma preocupação legítima é a forma com que ele foi filtrado.
Poucos sabem, mas vinhos não são naturalmente 100% vegetais. Na busca por produzir vinhos em menor tempo, os produtores usam clarificadores de origem animal, ao invés de aguardarem o tempo natural de decantação, o que tornaria o processo mais lento e o vinho bem mais caro. Alguns vinhos, após a fermentação, é refinado usando um dos seguintes produtos de origem animal: sangue (não para dar cor, mas para clarificar; mas actualmente já raramente usado), medula óssea, quitina (base orgânica das partes duras dos insetos e crustáceos como camarões e caranguejos), albumina de ovo, óleo de peixe, gelatina (geleia obtida pela fervura de tecidos animais como a pele, tendões, ligamentos, etc, ou ossos), cola de peixe, leite ou caseína. Alternativas não-animais incluem pedra calcária, caulino e “kieslguhr” (argilas), caseína de plantas, gel de sílica,  bentonita (silicato de alumínio hidratado) ou placas vegetais.
A verdade é que nenhum desses produtos vai aparecer ou alterar o vinho quando finalmente ele for colocado nas garrafas. Eles sequer se mantém na composição do vinho, já que são depositados no fundo do tonel. Talvez por isso, ainda não é informado no rótulo da garrafa que tipo de substância foi usada para a clarificação. Ninguém será capaz de percebê-los. Mas aqui o que conta é o princípio que orienta os veganos, de não consumirem um produto que demandou exploração animal por meio de usurpar substâncias de sua origem.
Geralmente, vinhos americanos  contém nos rótulos dizeres como “não afinado e não filtrado” (“unfined and unfiltered”), o que demonstra até uma vantagem mercadológica. Um vinho marcado como “unfined” não teria passado por um agente clarificador. O vinho pode ter sido filtrado (passou por um filtro microscópico para remover as impurezas), sem que tenha sido “afinado” (não se submeteu aos agentes clarificadores). Já a União das Congregações dos Judeus Ortodoxos dos Estados Unidos garantem que os vinhos por ela cerficados não usam qualquer tipo de agente clarificador de origem animal, seguindo as leis da religião. Mas ressalvam que não podem assegurar as condições de produção dos vinhos kosher de outros países.
Encontramos no mercado esse com um aviso de que foi usado ovo e peixe. Levamos o brasileiro Miolo.
Nos grandes supermercados já é possível encontrar algumas marcas de vinhos veganos. E os vinhos biológicos, cada vez mais fáceis de encontrar, também são, mais provavelmente, veganos. No Brasil, por exemplo, Miolo (que nós adoramos!), Piagentin e Casa Valduga não usam substâncias de origem animal na clarificação. Assim como os portugueses Quinta da Esteveira, Quinta da Comenda, Dão, Casa de Mouraz, Cormaieur e Adega Cooperativa da Covilhã.
 
Uma forma de tirar maiores dúvidas é entrar em contato com o SAC. E assim, certifique-se de que seu vinho favorito é cruelty-free. Que tal  agora um risoto de cogumelos (receita AQUI) com um Cabernet Sauvignon? Mas vegano!

Alguns vinhos veganos:
Quinta da Esteveira
Quinta da Comenda
Dão
Cormaieur
Piagentini
Valduga
Kosher da Adega Cooperativa da Covilhã
Perini
Dom Cândido
Adega Chesini
Família Tasca
Vinhos Lerentis
Marco Luigi Vinhos Finos
Boscato Vinhos Finos
Vinhos Canção
Peterlongo
Vinícola Campestre
Cereser

Nossos prediletos:
Casillero Del Diablo (TINTO)
Miolo
Salton (TINTO)

Links com listas de vinhos vegetarianos:

http://vegans.frommars.org/wine/

http://www.veggiewines.co.uk/popularwines.htm#world

Referências:

http://universoalimentos2.blogspot.com/2010/06/vinhos-e-vegetarianos.html

http://www.vegvida.com.br/site/faq/vinhos-podem-ser-consumidos-por-veganos-529/

Mercado hoteleiro de olho no público vegetariano

O crescimento do vegetarianismo e cada vez mais hóspedes solicitando opções mais saudáveis vem ocasionando grandes mudanças na maneira de atender o vegetariano que se hospeda em hotéis e pousadas do Brasil. Hoje, qualquer hotel que esteja antenado às mudanças sociais deve atentar para o fato de que vegetarianos não são consumidores excêntricos. Na verdade, são consumidores que exigem uma alimentação até mais simples e sempre muito mais saudável e barata que a convencional.

Em recente matéria sobre o assunto, o site especializado neste mercado Hôtelier News apontou muitos aspectos que já mudaram no setor e conclui que a tendência é a expansão do vegetarianismo também dentro dos hotéis (leia aqui).

“Certamente, um nicho de quase 10% da população nacional não é nada desprezível, não é? Trata-se de um contingente de 17 milhões de pessoas, que deve ser contemplado. E estamos abertos e dispostos a colaborar para isso” – disse Marly Winkler (Presidente da SVB – Sociedade Vegetariana Brasileira) à Hôtelier News.

A publicação incentiva os profissioanais do ramo hoteleiro a se atualizarem e enxergarem melhor esse grande público que, como qualquer outro, precisa ser atendido.

Fonte: Vista-se