Vegetariando por Buenos Aires: do tango ao rango.

Olá, amigas e amigos do Vegetariando por aí! Como é bom tê-los sempre conosco! Nesse post, falaremos sobre Buenos Aires, que foi nosso primeiro destino registrado, o que deu origem ao nosso blog! No entanto, estávamos empolgados e acabamos por dividi-lo em cinco posts distintos! Portanto, agora decidimos fazer um resumo (será?) e transformar em um único post, mais fácil de ser acessado.

Após, conexões, trocas de moeda e muitas informações, enfim chegamos maravilhados a Buenos Aires, a cidade mais europeia da América Latina! Nos hospedamos no centro, em um hotel muito bem localizado na Plaza San Martín, perto da Calle Florida, que é a rua de comércio mais movimentada da cidade. Como estávamos famintos, a meta era descobrir onde parar para comer algo, e encontramos na própria Calle Florida com a Diagonal Norte, o restaurante vegano que seria o nosso xodó e salvação durante a viagem: Picnic.

O nome pequeno não condiz com o tamanho do lugar. É um restaurante de três andares! No entanto, a palavra simples e que transmite informalidade passa uma boa imagem do que encontramos lá. Note que simplicidade se distingue de comum. O restaurante não tem garçons (você pede, paga e pega no balcão), tem uma decoração criativa, colorida, moderna e linda, e o cardápio tem opções de almoço, sucos orgânicos, lanche e cafés. Tudo vegano!

Pedimos sanduíches bem diferentes com papas fritas, um frappe e um suco mistureba. Sinceramente, não lembro exatamente de que era nada, só que era uta delícia! Gastamos em médica 50 pesos por pessoa.

Na manhã seguinte fomos ao ponto inicial do Bus Turístico, que fica na Av Corrientes, perto do Picnic, e compramos nossos tíquetes. É a melhor coisa a se fazer quando se está pela primeira vez na cidade. Você viaja tranquilo por praticamente todos os pontos importantes. Pode fazer o trajeto completo ou parar em um dos pontos e esperar outro Bus, que passa em média de 20 em 20 minutos. Então se você quer utilizar o Bus Turístico, esteja com pesos (eles só aceitam essa forma de pagamento) e chegue no ponto de compra cedo!

Nesse primeiro dia de passeio no Bus Turístico, passamos muito tempo no La Bombonera, pois fizemos questão de fazer visita guiada e aproveitar bem o estádio. Foi muito legal ver todos os detalhes, saber das histórias, pisar no gramado, se agarrar na grade da geral, arquibancadas, bancos reservados,… O Bombonera e o time Boca Jrs têm muitas peculiaridades.

Depois, almoçamos no Restaurante Bio em Palermo Velho. Andamos muito para encontrar o restaurante, mas valeu muito a pena. No entanto, em viagem tempo é dinheiro, portanto, a dica é pegar um taxi para chegar até ele. Ele é bem pequeno e charmoso. É um restaurante natural e orgânico a la carte que possui muitas opções veganas no cardápio, inclusive devidamente marcadas.

Apesar da apresentação do prato ser simples, o que se sente ao degustá-lo é algo surpreendente. Os sabores são incríveis. Vale pedir a sobremesa de torta crudívora de chocolate com framboesas. Realmente nos surpreendeu. Em média 70 pesos por pessoa.

De volta a Florida, encontramos agentes que vendem pacotes para shows em casas de tango. Essa foi uma ótima oportunidade, pois os valores que pesquisamos pela internet estavam muito mais caros, e o que compramos tivemos orientação para a escolha da casa de Tango e ainda van pegando e deixando no hotel. Compramos um pacote apenas com o show, sem o jantar e bebidas, que custaria apenas o dobro, porém não sabíamos se lá teria opções veganas, e realmente não tinha, só as saladas. No entanto, valeria a pena pelas bebidas, que são bem mais caras. Pagamos a parte o vinho que nos acompanhou no show (veja nosso post sobre vinhos veganos).
Escolhemos uma casa tradicional em Buenos Aires, tombada como patrimônio cultural da cidade, e que tem uma apresentação mais clássica do Tango. O show foi lindo, encantador e divertido.  O legal de ir no serviço de van deles é conhecer o pessoal que vai junto, todos no mesmo clima! Conhecemos uma galerinha asiática que pediram foto e um casal de cearenses super animados! Show com translado foi 150 pesos.

No dia seguinte saímos tarde do hotel e preferimos adiantar o almoço para depois passar o dia rodando pelos pontos turísticos com o ônibus especial. Procuramos o restaurante Talusi, na Florida com Av Marcelo Alvear, em uma Galeria bem na Praça San Martin, mas ele fechou. Fomos então ao restaurante Granix, na Galeria Guenger, na Florida. Ele é grande, não mais que o PicNic, mas é um restaurante no estilo “pague e coma a vontade” (a 46 pesos) ovo lacto vegetariano, que resolveu “compensar a falta de carne” com ovos e leite. Não há pratos veganos, a não ser que você fique só na salada. Não valeu nem foto.

Nesse último dia de Bus Turísticos queríamos aproveitá-lo com o Caminito. O lugar é lindo, artístico e ótimo para comprar as lembranças. Mas pesquise, pois há muitas coisas iguais com preços diferentes. As lojas do começo da rua costumam ser mais caras. O show de tango nas ruas é um espetáculo. Os dançarinos são super simpáticos e para quem quiser se aventurar eles dão aulas nas ruas que rendem muitas risadas.

Fomos ao Museu de Cera do Caminito. É cobrado 17 pesos para olhar um pequeno corredor de bonecos de cera com algumas informações da cidade, mas que não nos agradou. Se você estiver com tempo de sobra pode ser um lugar a mais, mas não é fundamental.

Na volta, já no final da tarde, nossos estômagos foram salvos visitando novamente o Pic Nic. Pedimos os outros sanduíches do cardápio, um com falafel, e um alfajoreo.

Começamos o penúltimo dia comprando mais um ticket para o Bus Turístico porque ainda tinha muito a ser visto e o tempo estava passando muito rápido. Depois disso, como todo bom vegetariano fomos em busca de novos restaurantes. Os alvos foram o Onda Verde e o Sattva, que ficam um ao lado do outro, na Montevideo com a Corrientes. Mas, para a nossa infelicidade o Onda Verde passou o ponto e o Sattva estava fechado para férias. Resolvemos segurar a fome e seguimos para o nosso roteiro do dia, pois tínhamos que aproveitar a cidade ao máximo. Ainda a pé pelo centro, começamos pela Manzana de las luces, que por ser muito cedo, estava sem turista algum! A vontade era de ficar o dia inteiro, curtindo a sombra e a música ambiente. Saindo de lá caminhamos para os pontos mais corriqueiros: obelisco, casa rosada, plaza de mayo, teatro colón e nossa, cansa só de lembrar!

Depois desse tour Express, pegamos o Bus até o MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires), com entrada a 25 pesos. A Daniele estava ansiosa para encontrar com a Frida, portanto, apesar da pressa do Tiago, consideramos uma parada importante para apreciar grandes pintores latinos, entre eles os brasileiros (com muito orgulho) Tarsila, Portinari e Di Cavalcanti. Foi de arrepiar.

De lá, visitamos o lindo Jardim Japonês (15 pesos para entrar). O lugar tem o perfeccionismo da cultura japonesa, com jardins minuciosamente esculpidos e cuidados. Lá dentro tem um restaurante japonês cheio e não muito em conta, onde acabamos por comer, por não ter encontrado nada antes. Pedimos enrolados de abacate, cenoura, pepino e shitake. Geralmente é o futomaki e pedimos para tirar o kani.

Saindo do Jardim, o nosso planejamento era seguir para o Cemitério da Recoleta, mas essa parada era bem próxima a Universidade de Direito, ao Museu de Belas artes (com entrada gratuita) e a Floralis Genéris, que é um monumento impressionante!  Agora sim era hora do tão esperado Cemitério da Recoleta. Tudo encaixaria bem, se não fosse uma surpresa nada grata: ele fecha às 17h e chegamos 10 minutos depois. Aproveitamos então para tomar um sorvete sem leite na famosa e tradicional Freddo, pois há uma grande na frente do cemitério.

Ao anoitecer, vimos os fogos do dia de reis na Ponte de la Mujer, na charmosa Puerto Madero. E é engraçado como os fogos deles são mais silenciosos que os nossos! rs. Eram mais luzes e menos barulho. Vale a pena aproveitar o clima noturno da ponte, uma leve brisa e ficar sentado olhando e relaxando com a paisagem. Mas a noite argentina realmente começa muito tarde. Era 1:00 da manhã quando saímos da ponte e as casas noturnas não estavam nem esquentando. Preferimos ir descansar para aproveitar o último dia!

Esse dia já amanheceu com um gostinho de saudade. Mas não deixamos nos abater, pois tínhamos uma pendência a pagar, conhecer o Cemitério da Recoleta. Como não tínhamos mais tempo a perder, pegamos um taxi e em menos de 10 minutos estávamos lá. Um lugar único na América latina, com uma arquitetura impressionante. É um passeio exótico caminhar entre caixões e mausoléus centenários, todos de famílias tradicionais e personalidades como presidentes e a própria Evita Perón. Isso nos faz lembrar que matéria é apenas matéria, o que fica é realmente o que construímos em vida.

O mais interessante são as belíssimas esculturas de arcanjos, querubins e rosáceas, cada uma com seu significado, como o de proteger os que ali descansam em paz. Uma surpresa foi encontrar um mausoléu com as fotos de toda a família ali sepultada e entre elas, a do cachorro, demonstrando que ele realmente fazia parte da família. Muito digno e respeitoso. Uma sepultura que nos chamou a atenção foi a da Liliana Crociati de Szaszak (1944-1970), jovem de 26 anos. O túmulo foi projetado por sua mãe no estilo gótico. Adjacente à tumba, há um “pódio” de pedra com uma estátua em tamanho real de Liliana. Após a morte do cão Sabú, amigo da moça, o artista esculpiu uma estátua dele e a pôs ao lado da estátua de sua tutora, cuja mão resta acariciando a sua cabeça. Foi um passeio muito interessante.

Na volta, almoçamos novamente no Pic Nic.  A diferença é que antes sempre chegávamos lá na hora do lanche, e já não estavam mais servindo refeições. Dessa vez, bem no horário de almoço, o lugar estava cheio! Pedimos os risotos da casa. Um com tofú e outro ao curry. Diferente do que somos acostumados no Brasil, esses são mais secos, mas gostosos. Não pedimos a salada, mas pareceu ser uma ótima opção para os dias de sol intenso. Também aproveitamos para experimentar os sucos, que são de produção da casa e 100% orgânicos. Adoramos o de laranja com gengibre!

Após o nosso último prato, conseguimos ir bem calmamente para o aeroporto. E quem sabe um dia voltaremos para experimentar os outros restaurantes que não achamos ou simplesmente para rever os que adoramos. Adiós, querida Buenos Aires! E até o próximo destino, amig@s!

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Não chores por mim Argentina – Dia 5 e último!

Buenos Aires, 7 de Janeiro de 2012.

Esse dia já amanheceu com um gostinho de saudade dessa cidade, pois era o nosso último dia. Mas não deixamos isso nos abater, que ainda tínhamos mais um ponto turístico super importante, o Cemitério da Recoleta. Então, tomamos o café da manhã do hotel, cheio de kiwis, cerejas, melões e melancias, e corremos para pegar um taxi!

Finalmente, estávamos lá, em nossa segunda tentativa de encontrá-lo aberto, a nossa disposição.Um lugar único na América latina, com uma arquitetura impressionante. É um passeio exótico caminhar entre caixões e mausoléus contendo corpos centenários e outros não tanto, e todos de famílias tradicionais e personalidades como presidentes e a própria Evita Perón. Isso nos faz lembrar que matéria é apenas matéria, o que fica é realmente o que construímos em vida. Mas ali, o mais interessante, ao contrário do túmulo dessa grande mulher, que é muito simples por sinal, são as belíssimas esculturas de arcanjos, querubins e rosáceas, cada uma com seu significado, como a de proteger os que ali descansam em paz.

Uma surpresa foi encontrar um mausoléu com as fotos de toda a família ali sepultada e entre elas, a do cachorro, demonstrando que ele realmente fazia parte da família. Muito digno e respeitoso. Uma sepultura que nos chamou a atenção, foi a da Liliana Crociati de Szaszak (1944-1970), jovem de 26 anos. O túmulo foi projetado por sua mãe no estilo gótico. Adjacente à tumba, há um “pódio” de pedra com uma estátua em tamanho real de Liliana. Após a morte do cão de estimação da moça, Sabú, “seu fiel amigo”, o artista esculpiu uma estátua do cachorro e a pôs ao lado da estátua de sua tutora, cuja mão resta acariciando a cabeça do animal. Foi um passeio muito interessante.

Na volta, almoçamos novamente no Pic Nic. A diferença é que antes sempre chegávamos lá na hora do lanche, e já não estavam mais servindo refeições. Dessa vez, bem no horário de almoço, o lugar estava cheio! Pedimos os risotos da casa. Um com tofú e outro ao curry. E surpreendentemente eles conseguem ser bons não somente nos lanches rápidos, mas também nos pratos. Não pedimos a salada, mas pareceu ser uma ótima pedida para os dias de sol intenso. Também aproveitamos para experimentar os sucos que apesar de parecer ser industrializado por virem engarrafados, são de produção da casa e 100% orgânico. Adoramos o de laranja com gengibre!

Após o nosso último prato, conseguimos ir bem calmamente para o aeroporto. A volta foi deliciosa, poder relembrar cada história nos caminhos. E quem sabe um dia voltemos para experimentar os outros restaurantes que não achamos ou simplesmente para rever os que adoramos.
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Adiós, querida Buenos Aires! E até o próximo destino, amig@s!

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Buenos Aires Oriental – Dia 4 de 5

Buenos Aires, 5 de Janeiro de 2012.

Começamos o dia comprando mais um ticket para o Bus Turístico porque ainda tinha muito a ser visto e o tempo estava passando muito rápido. Depois disso, como todo bom vegetariano fomos em busca de novos restaurantes. Os alvos foram o Onda Verde e o Sattva, que ficam um ao lado do outro, na Montevideo com a Corrientes. Para a nossa infelicidade o Onda Verde passou o ponto e o Sattva estava fechado para férias.

Resolvemos segurar a fome e seguimos para o nosso roteiro do dia, tínhamos que aproveitar a cidade ao máximo. Começamos pela Manzana de las luces, que por ser muito cedo, estava sem turista algum! A vontade era de ficar o dia inteiro, curtindo a sombra e a música ambiente. Saindo de lá caminhamos para os pontos mais corriqueiros: obelisco, casa rosada, plaza de mayo, teatro colón e nossa, fiquei sem ar só de lembrar! rs

Depois desse tour express fomos para uma parada no MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires), com entrada a 25 pesos. A Daniele estava ansiosa para encontrar com a Frida, portanto, apesar da pressa do Tiago, consideramos uma parada super importante para apreciar grandes pintores latinos, entre eles os brasileiros (com muito orgulho) Tarsila, Portinari e Di Cavalcanti. Foi de arrepiar.

De lá, visitamos o lindo Jardim Japonês (15 pesos para entrar). Além de lindo ele têm um restaurante. E antes que pensem algo, sim, restaurante japonês tem opções veganas! Qualquer dia desses publicaremos um post sobre isso. =)

A opção sem carne mais comum é o yakisoba de legumes. Mas geralmente a massa do macarrão leva ovos. Você pode se certificar perguntando se a massa é de sêmola ou com ovos. Entre as opções realmente veganas encontramos: sushi vegetariano (vegetarians rolls) e kappamaki. É legal almoçar observando o jardim, mas isso tem um alto preço e uma fila de espera que talvez não sejam recompensadores.

Saindo do Jardim, o nosso planejamento era seguir para o Cemitério da Recoleta, mas essa parada  era bem próxima a Universidade de Direito, ao Museu de Belas artes (com entrada gratuita) e a Floralis Genéris, que é um monumento impressionante!  Agora sim era hora do tão esperado Cemitério da Recoleta. Tudo encaixaria bem, se não fosse uma surpresa nada grata: ele fecha as 17h e chegamos 10 minutos depois. Aproveitamos então para ir novamente na Freddo e deixamos o cemitério para o dia seguinte.

Ao anoitecer, demos uma bela sorte no nosso penúltimo dia, pois pegamos Buenos Aires no dia de reis e deu para ver alguns fogos na Ponte de la Mujer, na charmosa Puerto Madero. E é engraçado como até os fogos deles são mais silenciosos que os nossos! rs. Eram mais luzes e menos barulho.

Dia demReis

Vale a pena aproveitar o clima noturno da ponte, uma leve brisa e ficar sentado olhando e relaxando com a paisagem. Mas a noite argentina realmente começa muito tarde. Era 1:00 da manhã quando saímos da ponte e as casas noturnas não estavam nem esquentando. Somente vimos a fila da matine! rsrsrs O dias estavam corridos e preferimos ir descansar para aproveitar o último dia!

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Buenos Aires colorida – Dia 3 de 5

Buenos Aires, 4 de Janeiro de 2012.

O restaurante Talusi, na Florida com Av Marcelo Alvear, em uma Galeria bem na Praça San Martin está fechado. Fomos então ao restaurante Granix, na Galeria Guenger, na Florida. Ele é grande, não mais que o PicNic, mas é um restaurante no estilo “pague e coma a vontade” (a 46 pesos) ovo lacto vegetariano, que resolveu “compensar a falta de carne” com ovos e leite. Não há pratos veganos, a não ser que você fique só na salada. Muito injusto. Realmente, tamanho não é documento. Não valeu nem foto. Fica a recomendação de não perder o tempo indo lá.

Nossos estômagos foram salvos visitando novamente o Pic Nic no final da tarde. Pedimos os outros sanduíches do cardápio e um alfajoreo.

Turismo:

Nesse último dia de Bus Turísticos queríamos aproveitá-lo com o Caminito .O lugar é lindo e além de ser super acolhedor é um ótimo lugar para comprar lembranças. Mas pesquise. Há muitas coisas iguais com preços diferentes. As lojas do começo da rua costumam ser malis caras. Fica a dica.

O show de tango nas ruas é um espetáculo. Os dançarinos são super simpáticos e para quem quiser se aventurar eles dão aulas nas ruas que rendem muitas risadas.

Fomos ao Museu de Cera do Caminito. É cobrado 17 pesos para olhar um pequeno corredor de bonecos de cera. Não nos agradou. Tem algumas informações da cidade, se vc estiver com tempo de sobra pode ser um lugar a mais, mas não é fundamental.

Para fechar o dia decidimos comprar mais um dia de Bus Turístico, pois dois dias não foram suficientes para aproveitar tudo.  Então, no terceiro dia tínhamos que passar pelos pontos que faltavam. Aguardem o próximo post, pois está cheio de dicas de lugares e mais comida, é claro! =)


DICA EXTRA:
Não vale a pena comprar o pacote de roaming da TIM. Em Buenos Aires vende em bancas de jornal um cartão “Habla Mais Internacional” por apenas 10 pesos ou 30 pesos e vc fala por 20 minutos em média.

Buenos Aires de tango e futebol – Dia 2 de 5

Buenos Aires, 3 de Janeiro de 2012.

Dica: Compramos um bilhete de 48 horas no Bus Turístico, que fica na Florida com a Corriente. A melhor coisa a se fazer quando se está pela primeira vez na cidade. Você viaja tranquilo por praticamente todos os pontos importantes. Pode fazer o trajeto completo ou parar em um dos pontos e esperar outro Bus, eles passam em média de 20 em 20 minutos. Então se você quer utilizar o Bus Turístico, esteja com pesos (eles só aceitam essa forma de pagamento) e chegue no ponto de compra cedo para você não ficar ticket!

Nesse primeiro dia de passeio no Bus Turístico, passamos muito tempo no La Bombonera, pois fizemos questão de fazer visita guiada e aproveitar bem o estádio. Foi muuuuito legal ver todos os detalhes, saber das histórias, passar pelo gramado, grade, arquibancadas… O Bombonera e o time Boca Jrs têm muitas peculiaridades.

Almoçamos no Restaurante Bio em Palermo Velho. Andamos muito para encontrar o restaurante, mas valeu muito a pena. Ele é bem pequeno e charmosinho. Não é vegano, pois está caracterizado como restaurante natural, é orgânico. Possui ovos e leite no cardápio, mas a maior parte é vegana.

Apesar da apresentação do prato ser simples, o que se sente ao degustá-lo é algo surpreendente. Os sabores são incríveis. Vale pedir a sobremesa de torta crudívora de chocolate com framboesas. Realmente nos surpreendeu. Em média o total deu 70 pesos por pessoa.

DICAS:

Na Florida há muitos agentes que vendem pacotes de shows de Tango pela cidade. Essa foi uma ótima oportunidade, pois os valores que pesquisamos pela internet estavam muito mais caros, e o que compramos aqui tivemos orientação para a escolha da casa de Tango e ainda com translado para ir e voltar. Compramos um pacote apenas com o show, sem o jantar e bebidas liberada, que custaria apenas o dobro, porém não sabíamos se lá teria opções veganas, e realmente não tinha, só as saladas. Mas até valeria a pena pelas bebidas. Pagamos a parte o vinho que nos acompanhou no show.

Escolhemos uma casa tradicional em Buenos Aires, tombada como patrimônio cultural da cidade, e que tem uma apresentação mais clássica do Tango. O show foi lindo, encantador e divertido, valeu muito a pena.  O legal de ir no serviço de van deles é conhecer o pessoal que vai também, todos no mesmo clima! Conhecemos uma galerinha asiática que pediram foto (vide no slide show) e um casal de cearenses super animados! Show com translado foi 150 pesos.

Hola, Buenos Aires – Dia 1 de 5

Buenos Aires, 2 de Janeiro de 2012.

Entre ponte aérea, check-in, informações tortas, troca de moedas e etc; o primeiro dia acabou sendo corrido. Mas enfim chegamos em um sonho que estava no nosso planejamento há 2 anos pelo menos. A viagem a dois foi divertida e estávamos empolgados!

Lanchonete Pic Nic

Com toda pressa não daria para procurar um restaurante para almoçar, então acabamos indo em um fast-food e foi surpreendente! Pic Nic, restaurante vegano de 3 andares, bem localizado, decoração lindíssima e cardápio diversificado entre lanches, refeições, sucos orgânicos , frappes, entre outros.

Pedimos sanduíches bem diferentes com papas fritas, um frappe e um suco mistureba. Sinceramente, não lembro exatamente de que era nada. Só me lembro da delícia que era!

Veg Burguer no Pic Nic

É na Calle Florida, bem no Centro da cidade. Gastamos em média 50 pesos por pessoa.

Calor de BA e a Freddo

Deixe o que é ruim para trás! 😉

No final da tarde, como Buenos Aires está quentíssima nessa época, paramos na Freddo, sorveteria tradicional Argentina! Eles possuem opções sem leite! É só perguntar. Não necessariamente todos os de fruta são veganos. No primeiro dia que pedimos, as opções eram o de limão e o de morango. Em um outro dia, o de morango tinha leite e a opção vegana era o de maracujá. Uma delícia sem igual!Aguarde para os próximos posts dos dias seguintes com muitas dicas!

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